Tristeza, covardia e
esperança
Sou
a lua quando
Canta
aos namorados
em
um breu que
Esconde
um amor não amado
Uma
voz que foge ao vento
Que
canta aos ouvidos
Mas
também
a
voz que grita
Força
um cantar
Ao
ouvir o sopro de uma
Flor
que teima em
Ser
da primavera
Tudo
é flor
Mas
passado
Amor
esquecido
Em
um pequeno retrato
Tudo
é flor
Mas
passado
Amor
retraído
Em
versos cansados
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