segunda-feira, 3 de março de 2014

Tristeza, covardia e esperança

Sou a lua quando
Canta aos namorados
em um breu que
Esconde um amor não amado

Uma voz que foge ao vento

Que canta aos ouvidos
Mas também
a voz que grita

Força um cantar
Ao ouvir o sopro de uma
Flor que teima em
Ser da primavera
Tudo é flor
Mas passado
Amor esquecido
Em um pequeno retrato

Tudo é flor
Mas passado
Amor retraído

Em versos cansados

Nenhum comentário:

Postar um comentário